Auto-sabotagem

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Auto-sabotagem Apesar de não fazer parte do léxico da nossa e doutras intelligentsias, a auto-sabotagem é uma realidade no dia a dia de algumas das nossas instituições públicas. Ela é promovida e/ou protagonizada por entes próximos ao poder ou servidores públicos (governantes, políticos, funcionários públicos, etc) com o fito de inviabilizar políticas e estratégias públicas nos domínios social, económico, etc, visando a manutenção do status quo e a preservação dos seus interesses (negócios, ganhos, vantagens, etc), ou mesmo com o intuito de prejudicar o país, o Presidente da República ou as instituições a que estão vinculados ou servem. A auto-sabotagem pode ser a principal causa por trás do fracasso na consecução do perpétuo desiderato de diversificação da economia, já que há gente no nosso país que está não só interessada na inviabilização do nosso país, mas também na manutenção do status quo vigente. Se os angolanos compreenderem o jogo do poder que decorre por trás das cortinas e longe do alcance da sua visão periférica, vai (pacífica e inteligentemente) lutar para que o sonho, ganhos e benefícios sociais e económicos que lhes estão a ser oferecidos por Deus, por via do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA), não lhes sejam roubados. Lutar contra a auto-sabotagem e toda as outras formas de subversão social e económica é vital para a consecução do desiderato de prosperidade e dignidade social e económica do nosso povo. Angolanos, abram os olhos!… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Sabotagem

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Sabotagem Independentemente do seu móbil (que pode ser político, económico ou de outra índole qualquer), toda e qualquer acção ou acto  doloso protagonizado com o intuito de prejudicar o país, descredibilizar o Presidente da República, inviabilizar políticas e estratégias públicas essenciais, frustrar a acção governativa, subverter a missão ou minar o normal funcionamento das instituições, minar a prontidão e o desempenho operacional dos órgãos de defesa, segurança e ordem interna, agravar artificialmente as condições de vida dos cidadãos, com o fito de induzir o imergir de convulsões sociais atinentes à queda do regime, etc, configura um acto de sabotagem de cariz subversivo. Por exemplo, não precisamos ser experts em inteligência e/ou segurança de Estado, para perceber que a onda especulativa que abalou a sociedade no dayafter à entrada em vigor do IVA, e muitos outros eventos que vêm ocorrendo no país, configuram actos de sabotagem de génese subversiva… De facto, olhando para a forma inusitada, abrupta, generalizada, continuada e aparentemente coordenada como ocorreu a subida dos preços dos principais produtos alimentares no país (inclusive de produtos alimentares que eram supostos estarem isentos de IVA e/ou sujeitos ao regime de preços vigiados) e para muitos outros eventos ocorridos recentemente no país, fica difícil não corroborar com as teorias da conspiração que há muito se vêm ouvindo na sociedade. Os actos de sabotagem que vemos ocorrendo no nosso país, é um fenómeno que se tornou previsível em razão das medidas anticorrupção que o Presidente João Lourenço se propôs levar a cabo. Há pessoas neste país (muitas delas colocadas em posição de destaque ao nível do Executivo ou aparelho do Estado, inclusive em órgãos de defesa e segurança) que se sentem moralmente obrigados a mostrarem a sua gratidão e lealdade a algumas figuras ressabiadas com o Presidente João Lourenço, por terem sido pelas mãos destes que chegaram até onde chegaram ao nível da estrutura do Estado ou funcionalismo público. Sendo erroneamente vista por alguns círculos da nossa população como a única forma de se lograr o enfraquecimento do governo do Presidente João Lourenço, e/ou do partido de que é presidente, o MPLA, acções deliberadas de sabotagem contra serviços e infraestruturas eléctricas, ferroviárias, de saneamento básico, meios de transporte públicos de passageiros e a outros serviços essenciais e/ou vitais continuarão a ocorrer no nosso país com o fito de desprover as populações destas infraestruturas, meios e serviços, com vista a se acentuar a degradação das condições de vida dos cidadãos, lograr o desgaste da imagem do Presidente João Lourenço (o Presidente João Lourenço não tem, diga-se de passagem, sabido gerir com sapiência esta problemática), exasperar os angolanos e instilar o sentimento de revolta no âmago dos mesmos. Como afirma Manuel Cambeses Jr. no seu texto literário intitulado “Comunicação e Acção Psicológica na Guerra”, estamos a citar, a “subversão” (grifo nosso) pode valer-se de acções psicológicas, de permanente mobilização da população, no intuito de lograr a obtenção da adesão de todas as camadas sociais da nação, a fim de conseguir fidelidade aos seus propósitos e obter a imprescindível unidade de acção, no lançamento de todas as etapas da luta”. Em outras palavras, “os fins justificam os meios”, diriam uns. Sim, alguns fins podem justificar os meios, mas convinha que a sociedade não perdesse de vista uma verdade axiomática: havendo a inviabilização ou paralisação de serviços essenciais e/ou vitais, é você, cidadão comum, quem paga. Para terminar… Enquanto não se adoptarem medidas mais argutas de prevenção, detecção e combate proactivo e contínuo aos actos de sabotagem, mormente da sabotagem económica (a especulação que vimos assistindo ao nível dos preços dos principais bens e serviços é um deles), subversão cambial, sabotagem “institucional” (negligência dolosa no exercício da missão e atribuições acometidas aos órgãos de inspecção, fiscalização, judiciais e securitários), etc, o consulado de S. Excia o Presidente João Lourenço vai ser desastroso!… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Subversão social (II)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Subversão social (II) Continuação do artigo anterior. …///… Enquanto não se dissiparem tais equívocos conceituais, ou seja, definirmos claramente e sem ambiguidades o que é (e não é) um acto subversivo, veremos a subversão a fazer das suas, e os órgãos de inteligência interna (civil e militar) a deixarem que seja a polícia nacional a agir. E quando a polícia nacional não agir, quer por negligência ou cumplicidade de alguns dos seus responsáveis, agentes ou funcionários, o Estado e o povo angolano sofrem as consequências. A falta de clareza e conformidade conceitual no que tange a esta questão faz com que a miúde confundamos manifestação reivindicativa (direito consagrado na Carta Magna do país) com subversão. Não estamos com isso a querer dizer que não poderá estar a ver aproveitamentos (inclusive políticos) de terceiros em manifestações convocadas nos marcos da lei com fins pacíficos e móbil não político, visando transformá-las em estopim para a alteração da ordem democrática, política e constitucional. Mas, como não poderia deixar de ser, quem tem de provar isso são os serviços de inteligência que têm a expertise e os meios para apurarem a veracidade ou não acerca de algumas teorias conspiratórias que se ouvem aqui e acolá, no que toca, principalmente, a algumas das manifestações, greves e outros actos reivindicativos que vêem ocorrendo no país. Da nossa parte, queremos apenas nos cingir à subversão social inequívoca e notória até mesmos para os leigos em matéria de segurança do Estado. E essa, a subversão social que queremos “dissecar”, não é, em primeira instância, aquela que decorre da hipotética instigação e/ou aproveitamento político que está a ver à volta dos actos grevistas e manifestações de cariz reivindicativo que vêem ocorrendo ultimamente no país, mas dos factores subversivos que metódica e calculistamente alimentam actos como os que ocorreram em Luanda e um pouco por todo o país, nos pretéritos dias 28, 29 e 30 de Julho do corrente ano. Não precisamos ser experts em segurança do Estado para percebermos indícios de acção subversiva ou pro-subversiva subtil em algumas das medidas e actos administrativos protagonizados por algumas instituições públicas e privadas prestadoras de serviços públicos essenciais às populações como os de energia, água, etc. Outrossim, quando olhamos com olhos “clínicos” para a forma aparentemente coordenada e assazmente subversiva como ocorreu a subida de preços dos principais produtos alimentares no dayafter à entrada em vigor do IVA a 01 de Outubro de 2019 (a especulação coordenada e articulada por agentes económicos, mormente estrangeiros, é uma das principais formas de subversão social que o país vem sofrendo), os apagões sem justificação técnica aferida pelos órgãos de direito que, em determinado período, vinham ocorrendo em algumas zonas suburbanas do país, a paralisação sem explicação plausível, pela EPAL, do fornecimento de água que por via da rede pública de distribuição de água (construída com recurso a linha de financiamento chinês) a alguns bairros suburbanos de Luanda de modo, talvez, a tornar viável o negócio das girafas e comercialização de água, de per se imprópria, através de camiões-cisternas privados,  a desatenção médica e tratamento desumano a que estão votados os cidadãos em unidades hospitalares públicas, a usurpação de terra aos camponeses, o sumiço rotineiro de cédulas de kwanzas nos ATM, etc, são (entre outras) as verdadeiras causas por trás da exacerbação dos níveis de descontentamento popular que vimos assistindo por todo o país. E isso só tem um nome: subversão social!!… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Subversão social (I)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Subversão social (I) Sem um entendimento correcto do que é (e não é) subversão, não se poderá conceber, conduzir e implementar políticas, estratégias, medidas e acções proficientes de enfrentamento à subversão multiforme e aos demais actos atentatórios à segurança nacional do nosso país. Para muita gente em Angola, inclusive governantes, políticos, altas patentes militar e policial, subversão é vista apenas como sendo o acto ou intento atinente à alteração da ordem política, democrática e constitucional, ou seja… à queda do regime. Esta nossa percepção (para não dizermos certeza) deriva do facto de só os ouvirmos falar de “subversão” quando dentro ou fora do país se esteja a cogitar algum acto reivindicativo ou a preparar alguma manifestação contra o poder político, e manterem-se em silêncio em relação à desestabilização económica, financeira, monetária, cambial, cultural e religiosa que vêm ocorrendo no país, com contornos claramente subversivos. Deviam os nossos dirigentes e autoridades (governantes, políticos e altas chefias militares e policiais) saber que o conceito de “subversão” não se esgota nos actos atentatórios contra a ordem política, democrática e constitucional estabelecida, mas a todo o intento ou acto atinente a desestabilizar ou alterar, consciente ou inconscientemente, por meios inconstitucionais ou ilegais, um estado de ordem (que pode ser político, económico, financeiro, monetário, cambial, cultural, social, laboral, religioso, educacional, etc) legalmente instituído. Portanto, conceituar correctamente a “subversão” se afigura imprescindível para uma plena e cabal persecução e consecução dos desígnios de segurança nacional nos seus mais distintos aspectos e vertentes. Havendo “ruído”, equívocos ou deturpação (como infelizmente vem ocorrendo) no conceito de “subversão”, não há como o país assegurar cabal, conscienciosa e proactivamente os seus interesses (mormente estratégicos) contra os riscos, perigos e ameaças imprevisíveis que impendem sobre o Estado angolano. Ouvimos muita gente a acusar os serviços de inteligência interna de incúria e letargia no cumprimento das suas obrigações constitucionais (há mesmo quem acuse os nossos serviços de inteligência de “serem mais afoitos na repressão, perseguição e silenciamento”, dentro e fora do país, das vozes críticas e incómodas ao regime do que proverem uma verdadeira e cabal protecção e segurança ao Estado e seus interesses, recursos naturais, erário, etc), mas convinha darmos um desconto aos nossos serviços de inteligência (não digo eximi-los da culpa que, em parte, têm da situação em que o país se encontra), pois são muitos os factores (alguns deles são aqui apontados, outros foram oportunamente mencionados no primeiro artigo sobre segurança nacional) que levaram os nossos serviços de inteligência a se “eclipsarem”. E um desses factores foi, de certeza absoluta, o deficiente entendimento que alguns responsáveis e funcionários dos nossos serviços de inteligência (mormente os da propalada “geração universitária”) têm sobre subversão.   Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

As fraquezas e vulnerabilidades do sistema de segurança nacional angolano (III)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X As fraquezas e vulnerabilidades do sistema de segurança nacional angolano (III) Não se pode falar de segurança nacional no verdadeiro sentido do termo se uma grande parte da população do país não sabe o que ela significa, e muito menos percebe a importância da sua persecução e consecução. Não se pode falar de segurança nacional quando as forças de defesa, ordem, segurança e sistema de justiça enfermam dos meus vícios que deviam prevenir e combater. Nenhum país pode assegurar a sua defesa e segurança nacional com um elevado número de cidadãos que ingressaram nas suas fileiras por razões meramente económicas e/ou a troco de favores, inclusive promíscuos. Um exército ou força policial dominado por vícios e práticas obscuras, como o da corrupção e troca de favores promíscuos para o ingresso de pessoal nas suas fileiras não pode, na hora da verdade, revelar-se capaz para as missões e tarefas que lhe estão constitucional e estatutariamente acometidas. Não se pode falar em segurança nacional se continuarmos a encher as nossas cadeias com filhos de pessoas humildes, enquanto indivíduos que causaram verdadeiros prejuízos à pátria se encontram em liberdade, e a se vangloriarem das suas façanhas contra o Estado e povo angolano. Não se pode falar em segurança nacional permitindo a produção, entrada e comercialização no país de fármacos alimentos, bebidas e outros bens de origem e fabricação duvidosas. Não se pode falar em segurança nacional sem olharmos com olhos de ver para a problemática dos cortes (sem justificação plausível) e injustiça nas pensões auferidas por aqueles que se sacrificaram por este país; Não se pode falar em segurança nacional fazendo vista grossa às arbitrariedades e injustiças contra humildes e pobres camponeses; Não se pode falar em segurança nacional sem resolvermos cabal e definitivamente a problemática dos ex-militares e antigos funcionários do extinto Ministério da Segurança do Estado (MINSE). Fazer justiça a esta franja populacional é, também, uma premissa fundamental da segurança nacional. Não se pode falar em segurança nacional sem nos comprometermos com o combate ao racismo e descriminação implícita ou subtil. Não se pode falar em segurança nacional permitindo que os autóctones (ou mesmo cidadãos estrangeiros pobres e desamparados aqui a viverem) sejam humilhados, escravizados e/ou abusados por empresários estrangeiros. Não devemos permitir o restabelecimento da ideologia esclavagista, ou o estabelecimento do neocolonialismo em Angola!… O país precisa urgentemente de um novo sistema de segurança nacional. Não de um sistema de segurança nacional meramente formal ou cosmético, mas de um sistema de segurança nacional funcional, fiável e profícuo, capaz de assegurar uma cabal e eficiente protecção dos nossos interesses estratégicos e povo. Um sistema de segurança funcional, fiável e profícuo é aquele que de forma constante, acutilante, proactiva e irrepreensível é capaz de assegurar não apenas a preservação da independência, da soberania nacional e da ordem democrática e constitucional legalmente instituída, mas, também, assegurar todos os outros aspectos essenciais intrínsecos à segurança nacional, como a segurança pública, alimentar, médico-medicamentosa, entre outras. Um país onde o estrangeiro prevaricador se arroga ao direito de dizer ao agente da ordem que o autuou para ter cuidado porque ele dependia da Casa Militar (eventos como este ocorreram, no passado, no nosso país), ou de ameaçar um polícia em pleno gozo das suas funções como agente de autoridade, não é seguramente um país com um sistema de segurança nacional funcional!… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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As fraquezas e vulnerabilidades do sistema de segurança nacional angolano (II)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X As fraquezas e vulnerabilidades do sistema de segurança nacional angolano (II) É, infelizmente, o caso do nosso país. Por mais que se diga por aí que temos segurança do Estado, a realidade nos mostra o contrário: nós temos no país um sistema de segurança nacional meramente formal, mas não de facto. Por alguma razão que julgamos saber, mas que não vamos falar dela aqui para não endossar velhas teorias conspiratórias (vós sois inteligentes, logo sois capazes de intuir o que se passou e passa no nosso país), o edifício securitário do país fora a partir de 1992 progressiva e silenciosamente desestruturado nos seus fundamentos por pessoas sem rosto. Muito conveniente, não é, olhando para tudo o que se passou nestas últimas duas décadas no país?!… Ouço muita gente a criticar o General Miala e alguns antigos responsáveis dos serviços de inteligência (mormente do SINSE) pela situação em que o país se encontra ou pelo saque sem precedentes ocorrido no país, e que (diga-se em abono da verdade) contribuiu para o nível de pobreza que assistimos no nosso país, mas convinha esclarecer que eles não têm culpa do que aconteceu e está a acontecer no país. Não têm culpa por não serem eles, ou melhor, os serviços de inteligência, quem definem as políticas de Estado em matéria de segurança nacional, mas sim o poder político. Olhando para o modelo organizacional e funcional do nosso sistema de segurança nacional se percebe facilmente que ele está decrépito e longe de cumprir cabalmente com a sua missão e atribuições. Em outras palavras, não temos um sistema de segurança nacional funcional e fiável. Se tivéssemos um sistema de segurança nacional funcional e fiável, muitos dos eventos e actos atentatórios à segurança nacional que ocorreram (e continuam a ocorrer) no país, teriam sido frustrados pelos órgãos vocacionados no descobrimento, prevenção e combate a este tipo de actos atentatórios contra a segurança do Estado angolano. Referimo-nos em concreto: 1. Ao “furto”, em pleno aeroporto internacional 4 de Fevereiro, de um Boeing 727-223 pelo piloto e engenheiro aeronáutico norte-americano que dá pelo nome de Ben C. Padilla; 2. Ao saque e expatriação ilegal de centenas (senão mesmo milhares) de milhões em dólares, euros, etc, retirados do erário público; 3. A depredação, por cidadãos estrangeiros, dos nossos recursos naturais estratégicos (peixe, mariscos, diamantes, ouro, madeira, etc), com a cumplicidade (diz-se à boca pequena) de alguns dos nossos governantes e altos funcionários do Estado; 4. A prática médica e de enfermagem por médicos (alguns deles estrangeiros) e enfermeiros sem as habilitações profissionais para o exercício desse tipo de actividade; 5. A comercialização no país de fármacos contrafeitos em alguns países vizinhos e bairros periféricos de Luanda; 6. O esquema da admissão nas fileiras das Forças Armadas Angolanas, Polícia Nacional e demais órgãos do Ministério do Interior de indivíduos a troco de valores pecuniários, em um negócio que não só floresceu, mas que se tornou bastante lucrativo por proporcionar o “enriquecimento” de muitos oficiais superiores e subalternos afectos a esses órgãos castrenses; 7. O esquema na atribuição de patentes a jovens recém ingressados nas FAA e PN (mormente do sexo feminino), sem mérito ou razão objectiva e/ou plausível; 8. O estabelecimento no país de seitas religiosas (mormente estrangeiras) envolvidas em práticas de charlatanismo, extorsão aos nossos compatriotas, lavagem e evasão de divisas com a cumplicidade de alguns políticos, pastores e fiéis; 9. A defraudação de bilhões de Kwanzas ao Estado, através do lucrativo esquema de inscrição e/ou introdução nas folhas de pagamento de instituições pensionárias de milhares de pensionistas “fantasmas”, indivíduos que não serviram nas forças de defesa e segurança e outros inabilitados para o efeito; 10. A fraude arrecadatória protagonizada por entes do conselho directivo e demais funcionários seniores e intermédios da Administração Geral Tributária (AGT); 11. O assassinato de pessoas que não representavam uma ameaça potencial ou real à segurança do Estado (referimo-nos ao assassinato de Cassule e Camulingue), acontecimentos com grande repercussão ao nível nacional e externo, e que veio adensar a desconfiança em relação aos nossos serviços de inteligência, mesmo não tendo havido o envolvimento directo ou indirecto destes órgãos no macabro acto, enfim… um leque de eventos ou actos que demonstram claramente que não temos um sistema nacional de segurança no estrito sentido do termo.   Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Serviço Geral de Informações (SGI) e Agência Nacional de Segurança (ANS) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Outubro 16, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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As fraquezas e vulnerabilidades do sistema de segurança nacional angolano (I)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X As fraquezas e vulnerabilidades do sistema de segurança nacional angolano (I) Há muito que desejávamos abordar (numa perspectiva pedagógica e não apenas securitária) a problemática do nosso sistema de segurança nacional. E hoje, temos, de uma forma responsável e construtiva, o ensejo de cumprir com este dever patriótico em nome de Angola e dos angolanos. Falar de segurança nacional não é um exercício de fácil empreitada, não só por haverem questões muito sensíveis e tidas como sigilosas, mas também pela linha ténue que separa a fronteira do que é consumível e do que não é. Segurança nacional é, portanto, uma temática susceptível de equívocos. confusão e incompreensões. À semelhança da problemática da subversão de que falaremos mais tarde (e aqui importa esclarecer que este artigo não é resultado das manifestações ocorridas recentemente no país, concretamente nos dias 28, 29 e 30 de Julho do corrente ano), falar de segurança nacional exige conhecimento e alguma “expertise”. De uma forma sucinta, podemos dizer que segurança nacional é um pressuposto vital, imprescindível e inalienável de todo e qualquer Estado idóneo e governado por pessoas responsáveis e patriotas. Por ser um pressuposto vital, a segurança nacional deve estar entre os desideratos mais prementes, permanentes e impreteríveis de todo e qualquer Estado sério. A sua persecução e consecução é fundamental para a salvaguarda da independência, da soberania nacional, da integridade territorial, da paz e ordem democrática, da ordem e tranquilidade públicas, bem como para o normal funcionamento das instituições e concretização do desiderato da paz social, desenvolvimento do país e bem-estar dos cidadãos. Sem segurança nacional no verdadeiro sentido do termo, todos nós (não só o país!) perdemos, daí a necessidade de a sua persecução e consecução serem asseguradas por todas as forças vivas da nação, ou seja, por todos os cidadãos independentemente da sua ideologia ou filiação político-partidária. Em um mundo cada vez mais competitivo… de amizades circunstanciais e interesses muitas das vezes colidentes (interesses económicos, geopolíticos, estratégicos, etc), garantir a segurança nacional é um desígnio tão vital quanto estratégico. Sem um sistema de segurança nacional integrado, competente, articulado, síncrono, funcional, fiável e respaldado por políticas, medidas e acções securitárias patrióticas, argutas, acutilantes e proactivas, nenhum país será capaz de garantir a preservação da sua independência, soberania nacional, integridade territorial, unidade nacional, paz, ordem democrática e constitucional e, principalmente, a protecção cabal da vida humana e segurança das populações e seus haveres. Ou seja, por mais poderoso que seja do ponto de vista económico, militar ou geoestratégico, nenhum Estado será capaz de garantir a segurança do seu povo e de seus interesses estratégicos, sem um sistema de segurança nacional funcional.   Continua no próximo artigo… Artigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade