Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Órgãos principais do Sistema de Segurança Nacional (continuação) …///… Do Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) O Complexo Científico e Tecnológico Militar seria a instalação “militar” destinada onde seriam levadas a cabo a investigação científica e pesquisa, desenvolvimento e experimentos em ciências e tecnologias estratégicas, de carácter civil e securitário. No Complexo Científico e Tecnológico Militar desenvolver-se-iam dois tipos de investigações, experimentos e demonstrações científicas e tecnológica: 1. investigações, experimentos e demonstrações de natureza militar e securitária; 2. investigações, experimentos e demonstrações de natureza civil, contudo fundamentais para a consecução do desiderato de segurança nacional e desenvolvimento estratégico. Os projectos de investigação, os experimentos e as demonstrações científicas e tecnológicas de natureza militar e/ou securitária seriam secretos, e desenvolver-se-iam sob a égide de um Conselho Científico Militar. Os projectos de investigação, experimentos e demonstrações científicas e tecnológica de natureza civil não seriam secretos (contudo, sujeitos a um certo nível de sigilo e compartimentação), e desenvolver-se-ia sob a égide de um Conselho Científico Civil.  O Conselho Científico Militar seria o órgão multidisciplinar de consulta do Director da Agência Nacional de Segurança (ANS), no qual integrariam os mais renomados cientistas, investigadores, médicos, engenheiros, etc, cooptados (em comissão de serviço especial) das distintas estruturas castrenses (Forças Armadas Angolanas, Ministério do Interior, Serviços de Inteligência, etc), incumbido de prover aconselhamentos e pareceres em matéria de investigação em ciências e tecnologias estratégicas de índole militar ou securitária. Já o Conselho Científico Civil seria um órgão do Sistema de Segurança Nacional, seria o órgão multidisciplinar de consulta do Director da Agência Nacional de Segurança (ANS), e seria constituído pelos mais renomados cientistas, investigadores, médicos, engenheiros, etc, cooptados das mais variadas áreas do saber científico e tecnológico civil. As investigações, experimentos, desenvolvimento e demonstração científica e tecnológica de índole civil decorreriam em parceria, coordenação e articulação com o Centro Nacional de Investigação Científica, Centro Tecnológico Nacional (eventualmente estas instituições tenham, nesta altura, outras designações) e outras instituições de investigação científica e tecnológica de direito nacional, público e privado. Todas as investigações, experimentos e demonstrações de índole militar, securitária e civil estariam sujeitas à aprovação prévia do Presidente da República, a quem caberia autorizar ou vetar determinado projecto investigativo e experimentos de natureza estratégica, após ouvir respectivamente os conselhos de segurança nacional e de ministros. O Complexo comportaria duas alas de investigação científica e tecnológica, designadamente, a de ciências e tecnologias de natureza militar e securitária, e a de ciências e tecnologias de natureza civil. Cada uma das alas comportaria instalações exteriores e subterrâneas. Nas dependências exteriores funcionariam os corpos directivos e administrativos, e nas subterrâneas o corpo de cientistas, investigadores e especialistas das mais distintas áreas de investigação científica e tecnológica. Face ao carácter secreto (contudo pacíficas) das pesquisas a serem desenvolvidas na ala militar, o acesso à mesma estaria sujeito a restrições e condicionado à autorização prévia das autoridades. O seu perímetro e áreas adjacentes (num raio de pelo menos 1 Km) constituiriam zonas militares exclusivas. A segurança e protecção do complexo (mormente do pessoal científico e os meios e equipamentos) seria assegurado por efectivos e meios (meios de monitoramento e vigilância, etc) das Forças Armadas Angolanas e dos serviços de inteligência. O pessoal científico adstrito a ala militar funcionaria em regime de compartimentação e sob termo de sigilo e confidencialidade. Apesar das restrições no acesso ao referido Complexo, estas instalações estariam abertas a eventuais inspecções da comunidade internacional, com vista a afastar suspeições em torno da natureza e propósitos das pesquisas e experiências a serem nele desenvolvidas. O complexo albergaria nas suas instalações os seguintes centros e laboratório: 1. Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE); 2. Centro de Investigação em Segurança Alimentar, Ambiental e Medicamentosa (CISAAM); 3. Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF).   Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (II) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (I) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Outubro 16, 2025 Segurança Nacional O agente secreto… de influência Outubro 16, 2025 Segurança Nacional Auto-sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Subversão social (II) Agosto 30, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) Órgãos principais do Sistema de Segurança Nacional (continuação) …///… Do Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) O Centro de Análise Estratégico-Operacional seria a estrutura do Sistema de Segurança Nacional responsável: 1. pela análise e produção de informes conjuntos sobre o estado da situação operativa do país, com enfoque na negligência e corrupção no seio dos órgãos castrenses e de inspecção e fiscalização, subversão económica (comercial, etc), cambial, criminalidade, etc; 2. por promover estudos sobre eventos e fenómenos negativamente impactantes na prossecução e consecução do desígnio de segurança nacional; 3. por delinear estratégias e medidas operacionais conjunta atinentes à salvaguarda da segurança nacional. Integrariam esta estrutura, oficiais/funcionários de informação e análise da Casa Militar do Presidente da República, dos serviços de informação e inteligência, do Ministério do Interior e das Forças Armadas Angolanas, etc.  …///… Centro de Coordenação Operativa (CCO) O Centro de Coordenação Operativa seria o órgão da Agência Nacional de Segurança responsável pela coordenação e articulação operativa dos órgãos e serviços que integram o sistema nacional de segurança, e respectivas forças e meios. …///… Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança (DIEC) A Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança seria o órgão da Agência Nacional de Segurança a quem (no âmbito dos desígnios de segurança interna) incumbiria, nos marcos da Constituição e leis securitárias aplicáveis, desenvolver acções de inteligência electrónica e cibernética, consubstanciadas na monitoria de toda a comunicação institucional, mormente: 1. Operacional (militar e policial) entre os comandos e unidades militares e policiais, em busca de sinais e evidências de ordens anacrónicas susceptíveis de atentarem contra a ordem política e constitucional vigente (ex: ordens baixadas aos agentes para dispararem à queima-roupa ou criminosamente contra manifestantes indefesos, instruções para o desvio de bens apreendidos, negociatas com empresários estrangeiros, suporte à imigração ilegal, etc, etc); 2. Acompanhamento electrónico do trabalho inspectivo (falaremos disso mais tarde); 3. Monitorização electrónica (falaremos disso mais tarde) dos hospitais públicos, estabelecimentos de identificação, registos e notários, ENDE, EPAL e demais empresas públicas estratégicas, essenciais para a vida das populações ou susceptíveis de serem subvertidas, etc. A Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança comportaria nas suas estruturas os mais competentes especialistas em ciências de computação e técnico-operativa, e disporia (dentro ou fora do Centro de Missão de Satélite) de um centro de comando e operações de missão de satélites de vigilância e monitoria do entorno interno e externo do país. O monitoramento dos sectores da defesa, da segurança e ordem interna, da educação, da saúde e outros estratégicos do Estado far-se-ia com recurso a câmaras IP (câmaras sem fio e comandados remotamente) e meios técnico-operativos ostensivos ou secretos, instalados em áreas críticas (gabinetes, “oficinas secretas”, registos-gerais, gabinetes, secretarias gerais e demais áreas administrativas, etc) de instalações civis, militares, policiais, etc. Terminamos com duas breves notas: a) A primeira para esclarecer que o trabalho de monitoramento electrónico a incidir sobre as unidades hospitalares públicas visaria, por um lado, inibir práticas de extorsão, negligência e a desumanização no atendimento aos pacientes e seus acompanhantes que se assiste em unidades hospitalares públicas do país (mormente nas de Luanda), e, por outro, promover a boa administração desses estabelecimentos, a assiduidade, pontualidade e empenho do pessoal médico, técnicos de saúde e pessoal auxiliar e administrativo, bem como o controlo do processo de entrada e saída de fármacos e meios gastáveis dos locais de estocagem. b) A segunda, para esclarecer que o uso de dispositivos wireless e operados à distância dispensaria o destacamento de pessoal da área “técnico-operativa” da Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança junto dos objectivos a monitorar, o que evitaria relacionamentos, afinidades interpessoais e cumplicidades que acabariam, muito provavelmente, por minar o trabalho a eles confiado. …///… Direcção de Investigação Forense e Criminal (DIFOC) A  Direcção de Investigação Forense e Criminal seria o órgão da Agência Nacional de Segurança a quem incumbiria, no âmbito dos desígnios de segurança interna, e nos marcos da Constituição e leis securitárias aplicáveis, desenvolver trabalhos de investigação forense e criminal, para a busca de indícios ou evidências de assassinato em caso de morte suspeita de altas entidades do Estado, ou morte suspeita de funcionários de órgãos do Estado envolvidos na investigação de pessoas politicamente expostas ou pessoas próximas a elas.   Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (I) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Outubro 16, 2025 Segurança Nacional O agente secreto… de influência Outubro 16, 2025 Segurança Nacional Auto-sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Subversão social (II) Agosto 30, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Serviço Geral de Informações (SGI) e Agência Nacional de Segurança (ANS)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Serviço Geral de Informações (SGI) e Agência Nacional de Segurança (ANS) Órgãos principais do Sistema de Segurança Nacional (continuação) …///… Do Serviço Geral de Informações (SGI) O Serviço Geral de Informações seria o órgão do sistema nacional de segurança a quem incumbiria a busca de informação generalista de natureza civil e castrense, para o provimento informativo ao Presidente da República e, a título supletivo, aos serviços de inteligência interna (SINSE e SISM). Salvo melhor opinião, o Serviço Geral de Informações (SGI) funcionaria sob a tutela administrativa do Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República.  …///… Da Agência Nacional de Segurança (ANS) A Agência Nacional de Segurança seria (com a excepção dos Serviço Geral de Informações) o órgão de superintendência e coordenação operacional da actividade securitária nas suas mais variadas vertentes – segurança interna, segurança militar, segurança pública, segurança privada, segurança alimentar, segurança financeira e económica, saúde pública, segurança fronteiriça e migratória, etc. Comparativamente a outras agências de segurança estrangeiras, como a ANS (Agência de Segurança Nacional dos EUA), ANR (Agência Nacional de Informação da RDC), SSA (Agência de Segurança do Estado da RSA) e tantas outras, a Agência Nacional de Segurança ora proposta teria um escopo operacional muito mais amplo. Não estamos a dizer que seria uma estrutura mais robusta e com maior alcance operacional que, por exemplo, a Agência de Segurança Nacional dos EUA. Estamos, sim, a querer dizer que a Agência Nacional de Segurança ora proposta comportaria no seu seio um conjunto de órgãos que “por norma” não fazem parte deste tipo de estrutura securitária estatal, mas que em razão do contexto que o país está a viver se aconselharia a sua inclusão nesta estrutura de segurança nacional. Estamos a falar, por exemplo, do Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO), Centro de Coordenação Operativa (CCO), Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança (DIEC), Direcção de Investigação Forense e Criminal (DIFOC), Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM), Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP), entre outros. Como órgão de superintendência da actividade securitária, incumbiria à Agência Nacional de Segurança: 1. Formular e propor (em alinhamento com as políticas e planos estratégicos do Estado em matéria de segurança nacional) as bases e directrizes gerais de funcionamento dos órgãos e serviços integrantes do subsistema de informação, inteligência e segurança do Estado. 2. Definir a estratégia, os objectivos, as prioridades inerentes à segurança interna, externa, militar e pública; 3. Despoletar processos regulares de comprovação e recomprovação do perfil patriótico e de lealdade para com o país e povo angolano: a) dos membros do Executivo; b) das altas patentes militares e policiais; c) dos membros dos serviços de informação e de inteligência. 4. Estabelecer as [novas] regras de atendimento aos objectivos civis, militares e paramilitares; 5. Aprovar as regras, directrizes e procedimentos uniformes relativos ao ingresso nas estruturas dos serviços de inteligência, etc; 6. Estabelecer as regras e protocolos (isto é, procedimentos e rotinas) a serem observados: a) no provimento de pessoal para a Presidência da República; b) no provimento de pessoal para os serviços de informação e inteligência; c) no provimento de pessoal e cargos em áreas sensíveis das forças armadas, etc. 7. Expedir directivas, orientações e instrutivos de índole operacional, atinentes à persecução e consecução dos desígnios de segurança nacional nas suas mais distintas esferas, etc. Salvo melhor opinião, mas esta é a nossa honesta opinião, a chefia da Agência Nacional de Segurança (ANS) devia ser confiada ao General Fernando Garcia Miala. Porquê ao General Miala?!… Por ser conhecida a sua acutilância operacional em matéria de trabalho securitário (mormente operativo-secreto), e por não ser uma pessoa tolerante à negligência e trabalho passivo. E isso é bom, mormente em um sector tão estratégico e sensível como o da intelligentsia e segurança estatal. No nosso ponto de vista, embora o SINSE seja um órgão importantíssimo para a persecução e consecução dos desígnios de segurança do Estado, o papel do General Miala à frente desta agência teria maior impacto na segurança do Estado e dos angolanos.   Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Outubro 16, 2025 Segurança Nacional O agente secreto… de influência Outubro 16, 2025 Segurança Nacional Auto-sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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