
Apesar de não fazer parte do léxico da nossa e doutras intelligentsias, a auto-sabotagem é uma realidade no dia a dia de algumas das nossas instituições públicas.
Ela é promovida e/ou protagonizada por entes próximos ao poder ou servidores públicos (governantes, políticos, funcionários públicos, etc) com o fito de inviabilizar políticas e estratégias públicas nos domínios social, económico, etc, visando a manutenção do status quo e a preservação dos seus interesses (negócios, ganhos, vantagens, etc), ou mesmo com o intuito de prejudicar o país, o Presidente da República ou as instituições a que estão vinculados ou servem.
A auto-sabotagem pode ser a principal causa por trás do fracasso na consecução do perpétuo desiderato de diversificação da economia, já que há gente no nosso país que está não só interessada na inviabilização do nosso país, mas também na manutenção do status quo vigente.
Se os angolanos compreenderem o jogo do poder que decorre por trás das cortinas e longe do alcance da sua visão periférica, vai (pacífica e inteligentemente) lutar para que o sonho, ganhos e benefícios sociais e económicos que lhes estão a ser oferecidos por Deus, por via do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA), não lhes sejam roubados.
Lutar contra a auto-sabotagem e toda as outras formas de subversão social e económica é vital para a consecução do desiderato de prosperidade e dignidade social e económica do nosso povo.
Angolanos, abram os olhos!…