Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Órgãos principais do Sistema de Segurança Nacional (continuação) …///… Do Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) O Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas seria a unidade orgânica do Complexo Científico e Tecnológico Militar responsável pelo planeamento, preparação, realização e condução de estudos em áreas de ciências e tecnologias estratégicas, mormente para a persecução e consecução cabal dos desígnios de desenvolvimento e segurança nacional. O Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas comportaria no seu seio vários departamentos de investigação em ciências e tecnologia estratégica, como [por exemplo]: 1. O Departamento de Ciências de Saúde, que se responsabilizaria pela pesquisa em biologia, farmacologia, investigação de doenças, vacinas, etc; 2. O Departamento de Ciências Físicas, que se responsabilizaria pela pesquisa e realização de experimentos nas áreas: a) das ciências aerospacial, aeronáutica, automobilística, electrotécnica, de computação, de veículos aéreos não tripulados (drones), dos materiais, etc; b) da engenharia reversa, engenharia robótica, controlo e automação, da engenharia optoelectrónica, da engenharia metalomecânica, etc. 3. Departamento de Ciências Químicas, que se responsabilizaria pela pesquisa e experimentação nas áreas da química orgânica e inorgânica, físico-química e química analítica; 4. Departamento de Investigação de Fenómenos Estranhos, que se responsabilizaria pela pesquisa e esclarecimento de eventos estranhos ou, à partida, inexplicáveis à luz da ciência (ex: a onda de desmaios ocorrida em algumas escolas públicas e privadas do país). …///… Centro de Investigação em Segurança Alimentar, Ambiental e Medicamentosa (CISAAM) O Centro de Investigação em Segurança Alimentar, Ambiental e Medicamentosa seria o órgão da Agência Nacional de Segurança a quem incumbiria, no âmbito dos desígnios de segurança e saúde pública: 1. Desenvolver trabalhos de investigação laboratorial regular, paralela e independente, dos alimentos, bebidas, fármacos e outros bens de consumo disponibilizados aos cidadãos, de modo a se aferir (de forma paralela e independente das análises supostamente desenvolvidas pelos Ministérios do Comércio e da Saúde) a sua não nocividade para a saúde individual e colectiva das pessoas; 2. Proceder a análise laboratorial regular do ar e do meio ambiente em geral, com vista a aferir (de forma paralela e independente das análises supostamente desenvolvidas pelo Ministério do Ambiente) a não nocividade do ar, das águas (mares e rios) e doutros elementos constituintes do meio ambiente, no que tange principalmente a presença de patogénicos, elementos radioactivos e outras substâncias nocivas à saúde públicas; 3. Buscar indícios da entrada ou presença no país de material químico, bacteriológico e/ou radioactivo, com potencial de serem empregues como arma de destruição em massa por indivíduos mal-intencionados ou terroristas, mormente externos. O Centro de Investigação em Segurança Alimentar, Ambiental e Medicamentosa trabalharia com amostras biológicas humana e animal (tecidos, sangue, secreções, etc), assim como vegetal, cuja análise para fins de despistagem seja requerida pelos órgãos de segurança interna (SINSE, SISM, SIC, etc) ou desencadeada pela própria Agência Nacional de Segurança (ANS), no âmbito das suas atribuições securitárias. Para cumprir cabal e eficazmente com as suas atribuições e missão, o Centro de Investigação em Segurança Alimentar, Ambiental e Medicamentosa contaria (à semelhança da Direcção de Investigação Forense e Criminal) com o suporte do Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) anexo ao Complexo Científico e Tecnológico Militar. Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (III) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (II) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (I) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Outubro 16, 2025 Segurança Nacional O agente secreto… de influência Outubro 16, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Órgãos principais do Sistema de Segurança Nacional (continuação) …///… Do Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) O Complexo Científico e Tecnológico Militar seria a instalação “militar” destinada onde seriam levadas a cabo a investigação científica e pesquisa, desenvolvimento e experimentos em ciências e tecnologias estratégicas, de carácter civil e securitário. No Complexo Científico e Tecnológico Militar desenvolver-se-iam dois tipos de investigações, experimentos e demonstrações científicas e tecnológica: 1. investigações, experimentos e demonstrações de natureza militar e securitária; 2. investigações, experimentos e demonstrações de natureza civil, contudo fundamentais para a consecução do desiderato de segurança nacional e desenvolvimento estratégico. Os projectos de investigação, os experimentos e as demonstrações científicas e tecnológicas de natureza militar e/ou securitária seriam secretos, e desenvolver-se-iam sob a égide de um Conselho Científico Militar. Os projectos de investigação, experimentos e demonstrações científicas e tecnológica de natureza civil não seriam secretos (contudo, sujeitos a um certo nível de sigilo e compartimentação), e desenvolver-se-ia sob a égide de um Conselho Científico Civil. O Conselho Científico Militar seria o órgão multidisciplinar de consulta do Director da Agência Nacional de Segurança (ANS), no qual integrariam os mais renomados cientistas, investigadores, médicos, engenheiros, etc, cooptados (em comissão de serviço especial) das distintas estruturas castrenses (Forças Armadas Angolanas, Ministério do Interior, Serviços de Inteligência, etc), incumbido de prover aconselhamentos e pareceres em matéria de investigação em ciências e tecnologias estratégicas de índole militar ou securitária. Já o Conselho Científico Civil seria um órgão do Sistema de Segurança Nacional, seria o órgão multidisciplinar de consulta do Director da Agência Nacional de Segurança (ANS), e seria constituído pelos mais renomados cientistas, investigadores, médicos, engenheiros, etc, cooptados das mais variadas áreas do saber científico e tecnológico civil. As investigações, experimentos, desenvolvimento e demonstração científica e tecnológica de índole civil decorreriam em parceria, coordenação e articulação com o Centro Nacional de Investigação Científica, Centro Tecnológico Nacional (eventualmente estas instituições tenham, nesta altura, outras designações) e outras instituições de investigação científica e tecnológica de direito nacional, público e privado. Todas as investigações, experimentos e demonstrações de índole militar, securitária e civil estariam sujeitas à aprovação prévia do Presidente da República, a quem caberia autorizar ou vetar determinado projecto investigativo e experimentos de natureza estratégica, após ouvir respectivamente os conselhos de segurança nacional e de ministros. O Complexo comportaria duas alas de investigação científica e tecnológica, designadamente, a de ciências e tecnologias de natureza militar e securitária, e a de ciências e tecnologias de natureza civil. Cada uma das alas comportaria instalações exteriores e subterrâneas. Nas dependências exteriores funcionariam os corpos directivos e administrativos, e nas subterrâneas o corpo de cientistas, investigadores e especialistas das mais distintas áreas de investigação científica e tecnológica. Face ao carácter secreto (contudo pacíficas) das pesquisas a serem desenvolvidas na ala militar, o acesso à mesma estaria sujeito a restrições e condicionado à autorização prévia das autoridades. O seu perímetro e áreas adjacentes (num raio de pelo menos 1 Km) constituiriam zonas militares exclusivas. A segurança e protecção do complexo (mormente do pessoal científico e os meios e equipamentos) seria assegurado por efectivos e meios (meios de monitoramento e vigilância, etc) das Forças Armadas Angolanas e dos serviços de inteligência. O pessoal científico adstrito a ala militar funcionaria em regime de compartimentação e sob termo de sigilo e confidencialidade. Apesar das restrições no acesso ao referido Complexo, estas instalações estariam abertas a eventuais inspecções da comunidade internacional, com vista a afastar suspeições em torno da natureza e propósitos das pesquisas e experiências a serem nele desenvolvidas. O complexo albergaria nas suas instalações os seguintes centros e laboratório: 1. Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE); 2. Centro de Investigação em Segurança Alimentar, Ambiental e Medicamentosa (CISAAM); 3. Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF). Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (II) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (I) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Outubro 16, 2025 Segurança Nacional O agente secreto… de influência Outubro 16, 2025 Segurança Nacional Auto-sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Subversão social (II) Agosto 30, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) Órgãos principais do Sistema de Segurança Nacional (continuação) …///… Do Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) O Centro de Análise Estratégico-Operacional seria a estrutura do Sistema de Segurança Nacional responsável: 1. pela análise e produção de informes conjuntos sobre o estado da situação operativa do país, com enfoque na negligência e corrupção no seio dos órgãos castrenses e de inspecção e fiscalização, subversão económica (comercial, etc), cambial, criminalidade, etc; 2. por promover estudos sobre eventos e fenómenos negativamente impactantes na prossecução e consecução do desígnio de segurança nacional; 3. por delinear estratégias e medidas operacionais conjunta atinentes à salvaguarda da segurança nacional. Integrariam esta estrutura, oficiais/funcionários de informação e análise da Casa Militar do Presidente da República, dos serviços de informação e inteligência, do Ministério do Interior e das Forças Armadas Angolanas, etc. …///… Centro de Coordenação Operativa (CCO) O Centro de Coordenação Operativa seria o órgão da Agência Nacional de Segurança responsável pela coordenação e articulação operativa dos órgãos e serviços que integram o sistema nacional de segurança, e respectivas forças e meios. …///… Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança (DIEC) A Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança seria o órgão da Agência Nacional de Segurança a quem (no âmbito dos desígnios de segurança interna) incumbiria, nos marcos da Constituição e leis securitárias aplicáveis, desenvolver acções de inteligência electrónica e cibernética, consubstanciadas na monitoria de toda a comunicação institucional, mormente: 1. Operacional (militar e policial) entre os comandos e unidades militares e policiais, em busca de sinais e evidências de ordens anacrónicas susceptíveis de atentarem contra a ordem política e constitucional vigente (ex: ordens baixadas aos agentes para dispararem à queima-roupa ou criminosamente contra manifestantes indefesos, instruções para o desvio de bens apreendidos, negociatas com empresários estrangeiros, suporte à imigração ilegal, etc, etc); 2. Acompanhamento electrónico do trabalho inspectivo (falaremos disso mais tarde); 3. Monitorização electrónica (falaremos disso mais tarde) dos hospitais públicos, estabelecimentos de identificação, registos e notários, ENDE, EPAL e demais empresas públicas estratégicas, essenciais para a vida das populações ou susceptíveis de serem subvertidas, etc. A Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança comportaria nas suas estruturas os mais competentes especialistas em ciências de computação e técnico-operativa, e disporia (dentro ou fora do Centro de Missão de Satélite) de um centro de comando e operações de missão de satélites de vigilância e monitoria do entorno interno e externo do país. O monitoramento dos sectores da defesa, da segurança e ordem interna, da educação, da saúde e outros estratégicos do Estado far-se-ia com recurso a câmaras IP (câmaras sem fio e comandados remotamente) e meios técnico-operativos ostensivos ou secretos, instalados em áreas críticas (gabinetes, “oficinas secretas”, registos-gerais, gabinetes, secretarias gerais e demais áreas administrativas, etc) de instalações civis, militares, policiais, etc. Terminamos com duas breves notas: a) A primeira para esclarecer que o trabalho de monitoramento electrónico a incidir sobre as unidades hospitalares públicas visaria, por um lado, inibir práticas de extorsão, negligência e a desumanização no atendimento aos pacientes e seus acompanhantes que se assiste em unidades hospitalares públicas do país (mormente nas de Luanda), e, por outro, promover a boa administração desses estabelecimentos, a assiduidade, pontualidade e empenho do pessoal médico, técnicos de saúde e pessoal auxiliar e administrativo, bem como o controlo do processo de entrada e saída de fármacos e meios gastáveis dos locais de estocagem. b) A segunda, para esclarecer que o uso de dispositivos wireless e operados à distância dispensaria o destacamento de pessoal da área “técnico-operativa” da Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança junto dos objectivos a monitorar, o que evitaria relacionamentos, afinidades interpessoais e cumplicidades que acabariam, muito provavelmente, por minar o trabalho a eles confiado. …///… Direcção de Investigação Forense e Criminal (DIFOC) A Direcção de Investigação Forense e Criminal seria o órgão da Agência Nacional de Segurança a quem incumbiria, no âmbito dos desígnios de segurança interna, e nos marcos da Constituição e leis securitárias aplicáveis, desenvolver trabalhos de investigação forense e criminal, para a busca de indícios ou evidências de assassinato em caso de morte suspeita de altas entidades do Estado, ou morte suspeita de funcionários de órgãos do Estado envolvidos na investigação de pessoas politicamente expostas ou pessoas próximas a elas. Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Órgãos principais de segurança nacional (I) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Outubro 16, 2025 Segurança Nacional O agente secreto… de influência Outubro 16, 2025 Segurança Nacional Auto-sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Subversão social (II) Agosto 30, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Serviço Geral de Informações (SGI) e Agência Nacional de Segurança (ANS)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Serviço Geral de Informações (SGI) e Agência Nacional de Segurança (ANS) Órgãos principais do Sistema de Segurança Nacional (continuação) …///… Do Serviço Geral de Informações (SGI) O Serviço Geral de Informações seria o órgão do sistema nacional de segurança a quem incumbiria a busca de informação generalista de natureza civil e castrense, para o provimento informativo ao Presidente da República e, a título supletivo, aos serviços de inteligência interna (SINSE e SISM). Salvo melhor opinião, o Serviço Geral de Informações (SGI) funcionaria sob a tutela administrativa do Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República. …///… Da Agência Nacional de Segurança (ANS) A Agência Nacional de Segurança seria (com a excepção dos Serviço Geral de Informações) o órgão de superintendência e coordenação operacional da actividade securitária nas suas mais variadas vertentes – segurança interna, segurança militar, segurança pública, segurança privada, segurança alimentar, segurança financeira e económica, saúde pública, segurança fronteiriça e migratória, etc. Comparativamente a outras agências de segurança estrangeiras, como a ANS (Agência de Segurança Nacional dos EUA), ANR (Agência Nacional de Informação da RDC), SSA (Agência de Segurança do Estado da RSA) e tantas outras, a Agência Nacional de Segurança ora proposta teria um escopo operacional muito mais amplo. Não estamos a dizer que seria uma estrutura mais robusta e com maior alcance operacional que, por exemplo, a Agência de Segurança Nacional dos EUA. Estamos, sim, a querer dizer que a Agência Nacional de Segurança ora proposta comportaria no seu seio um conjunto de órgãos que “por norma” não fazem parte deste tipo de estrutura securitária estatal, mas que em razão do contexto que o país está a viver se aconselharia a sua inclusão nesta estrutura de segurança nacional. Estamos a falar, por exemplo, do Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO), Centro de Coordenação Operativa (CCO), Direcção de Inteligência Electrónica e Cibersegurança (DIEC), Direcção de Investigação Forense e Criminal (DIFOC), Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM), Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP), entre outros. Como órgão de superintendência da actividade securitária, incumbiria à Agência Nacional de Segurança: 1. Formular e propor (em alinhamento com as políticas e planos estratégicos do Estado em matéria de segurança nacional) as bases e directrizes gerais de funcionamento dos órgãos e serviços integrantes do subsistema de informação, inteligência e segurança do Estado. 2. Definir a estratégia, os objectivos, as prioridades inerentes à segurança interna, externa, militar e pública; 3. Despoletar processos regulares de comprovação e recomprovação do perfil patriótico e de lealdade para com o país e povo angolano: a) dos membros do Executivo; b) das altas patentes militares e policiais; c) dos membros dos serviços de informação e de inteligência. 4. Estabelecer as [novas] regras de atendimento aos objectivos civis, militares e paramilitares; 5. Aprovar as regras, directrizes e procedimentos uniformes relativos ao ingresso nas estruturas dos serviços de inteligência, etc; 6. Estabelecer as regras e protocolos (isto é, procedimentos e rotinas) a serem observados: a) no provimento de pessoal para a Presidência da República; b) no provimento de pessoal para os serviços de informação e inteligência; c) no provimento de pessoal e cargos em áreas sensíveis das forças armadas, etc. 7. Expedir directivas, orientações e instrutivos de índole operacional, atinentes à persecução e consecução dos desígnios de segurança nacional nas suas mais distintas esferas, etc. Salvo melhor opinião, mas esta é a nossa honesta opinião, a chefia da Agência Nacional de Segurança (ANS) devia ser confiada ao General Fernando Garcia Miala. Porquê ao General Miala?!… Por ser conhecida a sua acutilância operacional em matéria de trabalho securitário (mormente operativo-secreto), e por não ser uma pessoa tolerante à negligência e trabalho passivo. E isso é bom, mormente em um sector tão estratégico e sensível como o da intelligentsia e segurança estatal. No nosso ponto de vista, embora o SINSE seja um órgão importantíssimo para a persecução e consecução dos desígnios de segurança do Estado, o papel do General Miala à frente desta agência teria maior impacto na segurança do Estado e dos angolanos. Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Outubro 16, 2025 Segurança Nacional O agente secreto… de influência Outubro 16, 2025 Segurança Nacional Auto-sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional Sabotagem Agosto 30, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Reestruturação e optimização funcional do nosso sistema nacional de segurança Nos artigos anteriores falamos de algumas das fragilidades e vulnerabilidades de que padece o nosso sistema de segurança nacional. Hoje, vamos falar de algumas das formas como podemos tornar o decrépito edifício securitário angolano em uma das vigas mestras do nosso disfuncional e inepto sistema nacional de segurança. Para resgatarmos o nosso vilipendiado país da situação em que se encontra, e devolver ao nosso povo a sua dignidade e senso não equivocado de que a segurança e interesses nacionais do Estado e povo angolanos estão devidamente assegurados por quem de direito, precisamos urgentemente de: 1. Proceder a reorganização estrutural e funcional do nosso sistema nacional de segurança; 2. Criar um órgão de colecta de informação de carácter generalista, isto é, informação civil, militar e paramilitar (ilustrativamente estamos a designá-lo de “Serviço Geral de Informações”), enfocado na colecta de informação social (o dia a dia das comunidades, suas necessidades, etc), económica (mormente comercial), cambial, castrense (as necessidades e lamentos dos efectivos militares, policiais, da inteligência, etc), visando detectar e corrigir eventuais pontos de estrangulamento no sistema securitário do país; 3. Criar novos órgãos de inteligência de finalidade específica, enfocados na protecção dos cidadãos (vida humana), salvaguarda da ordem laboral (uma atenção especial deverá ser dada às unidades hospitalares públicas), jurídica, económica, financeira, cambial, etc; 4. Adoptar um novo modelo de “atendimento” (monitorização preventiva da gestão e funcionamento das instituições estratégicas do Estado); 5. Implementar (acção enquadrada na estratégia sui generis de manutenção da ordem, tranquilidade e segurança públicas) o Plano Estratégico de Segurança Pública Urbana e Rural (PESPUR); 6. Promover o nascimento da consciência cívico-social angolana (capacidade de o angolano compreender o papel que tem e deverá desempenhar em prol do bem comum, reconhecendo os problemas sociais, as desigualdades, as injustiças e envolver-se conscienciosamente na luta pacífica pela sua erradicação). Comecemos pelo sistema nacional de segurança… …///… Para melhor atender os desígnios da segurança nacional nos seus múltiplos escopos e aspectos, o nosso sistema nacional de segurança apresentar-se-ia organizado (estruturado) nos seguintes subsistemas: a) Subsistema de defesa nacional (SDN); b) Subsistema de segurança presidencial (SSP); c) Subsistema de informação, inteligência e segurança do Estado (SIISE); d) Subsistema de segurança e ordem públicas (SSOP); e) Subsistema de inspecção e auditoria (SIA); f) Subsistema judicial e prisional (SJP); g) Subsistema de Protecção Social e Civil (SPSC). …///… Subsistema de Defesa Nacional (SDN) O Subsistema de Defesa Nacional seria conformado pelo conjunto de forças e meios vocacionados na defesa militar do território nacional, bem como das populações, suas comunidades e haveres. A configuração orgânica do Subsistema de Defesa Nacional dependeria do contexto (de paz ou de guerra) que o país estivesse a viver. Em tempo de paz, o Subsistema de Defesa Nacional seria única e exclusivamente constituído pelas Forças Armadas Angolanas (FAA). Em contextos de guerra (contexto esse que nunca mais queremos testemunhar no nosso pais), o Subsistema de Defesa Nacional seria constituído pelas Forças Armadas Angolanas (FAA) e Corpo Nacional de Defesa Civil e Protecção das Comunidades (CNDCPC). …///… Subsistema de Segurança Presidencial (SSP) O Subsistema de Segurança Presidencial seria constituído pelos órgãos militarizados da Casa Militar do Presidente da República. …///… Subsistema de Informação, Inteligência e Segurança do Estado (SIISE) O Subsistema de Informação, Inteligência e Segurança do Estado seria conformado pelo conjunto de órgãos e serviços envolvidos na persecução e consecução do desiderato de colecta de informação, inteligência e segurança do Estado, designadamente: 1. Serviço Geral de Informações (SGI); 2. Agência Nacional de Segurança (ANS); 3. Serviço de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE); 4. Serviço de Inteligência Externa (SIE); 5. Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM); 6. Serviço de Inteligência e Segurança Paramilitar (SISP); 7. Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF); 8. Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ). …///… Subsistema de Segurança e Ordem Públicas (SSOP) O Subsistema de Segurança e Ordem Públicas seria constituído pela Polícia Nacional e demais órgãos operativos que conformam o Ministério do Interior (MININT) e pelo Corpo Auxiliar de Segurança Pública e Protecção Patrimonial (CASPPP). O MININT seria o órgão principal de segurança e ordem públicas, e o CASPPP o órgão auxiliar de protecção e segurança pública. …///… Subsistema de Inspecção e Auditoria (SIA) O Subsistema de Inspecção e Auditoria seria constituído pelo conjunto de órgãos e serviços vocacionados na supervisão, inspecção e auditoria das instituições civis e castrenses, públicas e privadas, cuja actividade tenha, directa ou indirectamente, impacto na segurança do Estado, saúde pública, preservação do ambiente, protecção dos recursos naturais e erário público. Referimo-nos (entre outros): 1. À Inspecção Geral do Estado (IGEST); 2. Aos órgãos de inspecção ministeriais; 3. Ao Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII). Observação: o IGAE, designação, no nosso entender, “restritiva”, por circunscrever a acção desse órgão inspectivo apenas aos órgãos da administração do Estado, passaria a chamar-se “IGEST” de modo a ter jurisdição inspectiva aos sectores privados (como o da saúde e educação) cuja actividade, actos ou serviços prestados possam (havendo intenção subversiva, criminosa ou negligência dolosa) prejudicar os interesses estratégicos do Estado angolano ou atentar contra a vida das pessoas. …///… Subsistema Judicial e Prisional (SJP) O Subsistema Judicial e Prisional seria conformado pelo conjunto de órgãos envolvidos na prossecução do desiderato da legalidade e justiça, execução de penas e ressocialização de indivíduos condenados e/ou sujeitos a medidas privativas da liberdade. Conformariam o Subsistema Judicial e Prisional, os seguintes órgãos da magistratura judicial, da magistratura pública e penitenciários: 1. Polícia Judiciária (PJ); 2. Procuradoria; 3. Tribunais (civil e militar); 4. Serviços Prisionais. …///… Subsistema de Protecção Social e Civil (SPSC) O Subsistema de Protecção Social e Civil seria conformado pelo conjunto de órgãos e serviços envolvidos na prossecução do desiderato de protecção social dos reformados,
O agente secreto… de influência

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X O agente secreto… de influência A legalização do lobby em Angola fora muito recentemente defendida pelo Dr. Carlos Feijó, durante a “mesa-redonda sobre direito empresarial no contexto global”, realizada aqui em Luanda. Ao advogar a aprovação de um “regime jurídico do lobbying com regras de atuação claras e precisas, incluindo mecanismos de controlo, que não se traduzam em comércio ou tráfico de influências, ou, pior ainda, em corrupção”, o Dr. Carlos Feijó estava, de certeza absoluta, apenas a querer ajudar o Estado angolano a lidar com a polémica e sensível questão do tráfico de influência política e económica. Todavia, há perigos ocultos nesta actividade que passam despercebidos aos olhos de pessoas leigas em questões de segurança de Estado. E é por esta e outras razões que hoje vamos falar de uma figura pouco falada: a figura do agente de influência, ou seja, do tráfico de influência desenvolvido por agentes de influência. Um agente de influência é, geralmente, uma pessoa com influência (política e/ou militar) junto às instâncias do poder, e assalariada por um Estado ou serviço de inteligência estrangeiro, e cuja missão é a advocacia sútil, junto das instâncias do poder político, militar, securitário, etc, dos interesses geoestratégicos, diplomáticos, científicos, económicos e outros do Estado recrutador. Embora o trabalho do agente de influência possa (em razão das suas similitudes) confundir-se, algumas vezes, com o de “lobbyng” (acto de, como se diz na gíria, meter “cunha” ou influenciar políticas e decisões de um determinado Estado, em favor dos interesses políticos, económicos, financeiros, etc, de um outro Estado, pessoa, organização ou grupo), ele não deixa, entretanto, de constituir um potencial risco para a nossa segurança nacional, por ser uma actividade desenvolvida numa única direcção e perspectiva – a defesa e/ou salvaguarda (ainda que em detrimento dos interesses do seu próprio país) dos interesses do Estado sob cuja bandeira actua. E isso devia nos preocupar. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade
Auto-sabotagem

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Auto-sabotagem Apesar de não fazer parte do léxico da nossa e doutras intelligentsias, a auto-sabotagem é uma realidade no dia a dia de algumas das nossas instituições públicas. Ela é promovida e/ou protagonizada por entes próximos ao poder ou servidores públicos (governantes, políticos, funcionários públicos, etc) com o fito de inviabilizar políticas e estratégias públicas nos domínios social, económico, etc, visando a manutenção do status quo e a preservação dos seus interesses (negócios, ganhos, vantagens, etc), ou mesmo com o intuito de prejudicar o país, o Presidente da República ou as instituições a que estão vinculados ou servem. A auto-sabotagem pode ser a principal causa por trás do fracasso na consecução do perpétuo desiderato de diversificação da economia, já que há gente no nosso país que está não só interessada na inviabilização do nosso país, mas também na manutenção do status quo vigente. Se os angolanos compreenderem o jogo do poder que decorre por trás das cortinas e longe do alcance da sua visão periférica, vai (pacífica e inteligentemente) lutar para que o sonho, ganhos e benefícios sociais e económicos que lhes estão a ser oferecidos por Deus, por via do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA), não lhes sejam roubados. Lutar contra a auto-sabotagem e toda as outras formas de subversão social e económica é vital para a consecução do desiderato de prosperidade e dignidade social e económica do nosso povo. Angolanos, abram os olhos!… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade
Sabotagem

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Sabotagem Independentemente do seu móbil (que pode ser político, económico ou de outra índole qualquer), toda e qualquer acção ou acto doloso protagonizado com o intuito de prejudicar o país, descredibilizar o Presidente da República, inviabilizar políticas e estratégias públicas essenciais, frustrar a acção governativa, subverter a missão ou minar o normal funcionamento das instituições, minar a prontidão e o desempenho operacional dos órgãos de defesa, segurança e ordem interna, agravar artificialmente as condições de vida dos cidadãos, com o fito de induzir o imergir de convulsões sociais atinentes à queda do regime, etc, configura um acto de sabotagem de cariz subversivo. Por exemplo, não precisamos ser experts em inteligência e/ou segurança de Estado, para perceber que a onda especulativa que abalou a sociedade no dayafter à entrada em vigor do IVA, e muitos outros eventos que vêm ocorrendo no país, configuram actos de sabotagem de génese subversiva… De facto, olhando para a forma inusitada, abrupta, generalizada, continuada e aparentemente coordenada como ocorreu a subida dos preços dos principais produtos alimentares no país (inclusive de produtos alimentares que eram supostos estarem isentos de IVA e/ou sujeitos ao regime de preços vigiados) e para muitos outros eventos ocorridos recentemente no país, fica difícil não corroborar com as teorias da conspiração que há muito se vêm ouvindo na sociedade. Os actos de sabotagem que vemos ocorrendo no nosso país, é um fenómeno que se tornou previsível em razão das medidas anticorrupção que o Presidente João Lourenço se propôs levar a cabo. Há pessoas neste país (muitas delas colocadas em posição de destaque ao nível do Executivo ou aparelho do Estado, inclusive em órgãos de defesa e segurança) que se sentem moralmente obrigados a mostrarem a sua gratidão e lealdade a algumas figuras ressabiadas com o Presidente João Lourenço, por terem sido pelas mãos destes que chegaram até onde chegaram ao nível da estrutura do Estado ou funcionalismo público. Sendo erroneamente vista por alguns círculos da nossa população como a única forma de se lograr o enfraquecimento do governo do Presidente João Lourenço, e/ou do partido de que é presidente, o MPLA, acções deliberadas de sabotagem contra serviços e infraestruturas eléctricas, ferroviárias, de saneamento básico, meios de transporte públicos de passageiros e a outros serviços essenciais e/ou vitais continuarão a ocorrer no nosso país com o fito de desprover as populações destas infraestruturas, meios e serviços, com vista a se acentuar a degradação das condições de vida dos cidadãos, lograr o desgaste da imagem do Presidente João Lourenço (o Presidente João Lourenço não tem, diga-se de passagem, sabido gerir com sapiência esta problemática), exasperar os angolanos e instilar o sentimento de revolta no âmago dos mesmos. Como afirma Manuel Cambeses Jr. no seu texto literário intitulado “Comunicação e Acção Psicológica na Guerra”, estamos a citar, a “subversão” (grifo nosso) pode valer-se de acções psicológicas, de permanente mobilização da população, no intuito de lograr a obtenção da adesão de todas as camadas sociais da nação, a fim de conseguir fidelidade aos seus propósitos e obter a imprescindível unidade de acção, no lançamento de todas as etapas da luta”. Em outras palavras, “os fins justificam os meios”, diriam uns. Sim, alguns fins podem justificar os meios, mas convinha que a sociedade não perdesse de vista uma verdade axiomática: havendo a inviabilização ou paralisação de serviços essenciais e/ou vitais, é você, cidadão comum, quem paga. Para terminar… Enquanto não se adoptarem medidas mais argutas de prevenção, detecção e combate proactivo e contínuo aos actos de sabotagem, mormente da sabotagem económica (a especulação que vimos assistindo ao nível dos preços dos principais bens e serviços é um deles), subversão cambial, sabotagem “institucional” (negligência dolosa no exercício da missão e atribuições acometidas aos órgãos de inspecção, fiscalização, judiciais e securitários), etc, o consulado de S. Excia o Presidente João Lourenço vai ser desastroso!… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias Estratégicas (CICTE) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Complexo Científico e Tecnológico Militar (CCTM) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional Centro de Análise Estratégico-Operacional (CAEO) Outubro 17, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Subversão social (II)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Subversão social (II) Continuação do artigo anterior. …///… Enquanto não se dissiparem tais equívocos conceituais, ou seja, definirmos claramente e sem ambiguidades o que é (e não é) um acto subversivo, veremos a subversão a fazer das suas, e os órgãos de inteligência interna (civil e militar) a deixarem que seja a polícia nacional a agir. E quando a polícia nacional não agir, quer por negligência ou cumplicidade de alguns dos seus responsáveis, agentes ou funcionários, o Estado e o povo angolano sofrem as consequências. A falta de clareza e conformidade conceitual no que tange a esta questão faz com que a miúde confundamos manifestação reivindicativa (direito consagrado na Carta Magna do país) com subversão. Não estamos com isso a querer dizer que não poderá estar a ver aproveitamentos (inclusive políticos) de terceiros em manifestações convocadas nos marcos da lei com fins pacíficos e móbil não político, visando transformá-las em estopim para a alteração da ordem democrática, política e constitucional. Mas, como não poderia deixar de ser, quem tem de provar isso são os serviços de inteligência que têm a expertise e os meios para apurarem a veracidade ou não acerca de algumas teorias conspiratórias que se ouvem aqui e acolá, no que toca, principalmente, a algumas das manifestações, greves e outros actos reivindicativos que vêem ocorrendo no país. Da nossa parte, queremos apenas nos cingir à subversão social inequívoca e notória até mesmos para os leigos em matéria de segurança do Estado. E essa, a subversão social que queremos “dissecar”, não é, em primeira instância, aquela que decorre da hipotética instigação e/ou aproveitamento político que está a ver à volta dos actos grevistas e manifestações de cariz reivindicativo que vêem ocorrendo ultimamente no país, mas dos factores subversivos que metódica e calculistamente alimentam actos como os que ocorreram em Luanda e um pouco por todo o país, nos pretéritos dias 28, 29 e 30 de Julho do corrente ano. Não precisamos ser experts em segurança do Estado para percebermos indícios de acção subversiva ou pro-subversiva subtil em algumas das medidas e actos administrativos protagonizados por algumas instituições públicas e privadas prestadoras de serviços públicos essenciais às populações como os de energia, água, etc. Outrossim, quando olhamos com olhos “clínicos” para a forma aparentemente coordenada e assazmente subversiva como ocorreu a subida de preços dos principais produtos alimentares no dayafter à entrada em vigor do IVA a 01 de Outubro de 2019 (a especulação coordenada e articulada por agentes económicos, mormente estrangeiros, é uma das principais formas de subversão social que o país vem sofrendo), os apagões sem justificação técnica aferida pelos órgãos de direito que, em determinado período, vinham ocorrendo em algumas zonas suburbanas do país, a paralisação sem explicação plausível, pela EPAL, do fornecimento de água que por via da rede pública de distribuição de água (construída com recurso a linha de financiamento chinês) a alguns bairros suburbanos de Luanda de modo, talvez, a tornar viável o negócio das girafas e comercialização de água, de per se imprópria, através de camiões-cisternas privados, a desatenção médica e tratamento desumano a que estão votados os cidadãos em unidades hospitalares públicas, a usurpação de terra aos camponeses, o sumiço rotineiro de cédulas de kwanzas nos ATM, etc, são (entre outras) as verdadeiras causas por trás da exacerbação dos níveis de descontentamento popular que vimos assistindo por todo o país. E isso só tem um nome: subversão social!!… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Subversão social (I)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Subversão social (I) Sem um entendimento correcto do que é (e não é) subversão, não se poderá conceber, conduzir e implementar políticas, estratégias, medidas e acções proficientes de enfrentamento à subversão multiforme e aos demais actos atentatórios à segurança nacional do nosso país. Para muita gente em Angola, inclusive governantes, políticos, altas patentes militar e policial, subversão é vista apenas como sendo o acto ou intento atinente à alteração da ordem política, democrática e constitucional, ou seja… à queda do regime. Esta nossa percepção (para não dizermos certeza) deriva do facto de só os ouvirmos falar de “subversão” quando dentro ou fora do país se esteja a cogitar algum acto reivindicativo ou a preparar alguma manifestação contra o poder político, e manterem-se em silêncio em relação à desestabilização económica, financeira, monetária, cambial, cultural e religiosa que vêm ocorrendo no país, com contornos claramente subversivos. Deviam os nossos dirigentes e autoridades (governantes, políticos e altas chefias militares e policiais) saber que o conceito de “subversão” não se esgota nos actos atentatórios contra a ordem política, democrática e constitucional estabelecida, mas a todo o intento ou acto atinente a desestabilizar ou alterar, consciente ou inconscientemente, por meios inconstitucionais ou ilegais, um estado de ordem (que pode ser político, económico, financeiro, monetário, cambial, cultural, social, laboral, religioso, educacional, etc) legalmente instituído. Portanto, conceituar correctamente a “subversão” se afigura imprescindível para uma plena e cabal persecução e consecução dos desígnios de segurança nacional nos seus mais distintos aspectos e vertentes. Havendo “ruído”, equívocos ou deturpação (como infelizmente vem ocorrendo) no conceito de “subversão”, não há como o país assegurar cabal, conscienciosa e proactivamente os seus interesses (mormente estratégicos) contra os riscos, perigos e ameaças imprevisíveis que impendem sobre o Estado angolano. Ouvimos muita gente a acusar os serviços de inteligência interna de incúria e letargia no cumprimento das suas obrigações constitucionais (há mesmo quem acuse os nossos serviços de inteligência de “serem mais afoitos na repressão, perseguição e silenciamento”, dentro e fora do país, das vozes críticas e incómodas ao regime do que proverem uma verdadeira e cabal protecção e segurança ao Estado e seus interesses, recursos naturais, erário, etc), mas convinha darmos um desconto aos nossos serviços de inteligência (não digo eximi-los da culpa que, em parte, têm da situação em que o país se encontra), pois são muitos os factores (alguns deles são aqui apontados, outros foram oportunamente mencionados no primeiro artigo sobre segurança nacional) que levaram os nossos serviços de inteligência a se “eclipsarem”. E um desses factores foi, de certeza absoluta, o deficiente entendimento que alguns responsáveis e funcionários dos nossos serviços de inteligência (mormente os da propalada “geração universitária”) têm sobre subversão. Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Júri Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Juiz Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 28, 2025 Segurança Nacional Procurador Especial para os Assuntos de Segurança de Estado e Atentados à Ordem Jurídica e Penal Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Órgão de Supervisão e Inspecção dos Serviços de Informação e Inteligência (OSISII) Outubro 27, 2025 Segurança Nacional Inspecção Geral do Estado (IGEST) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviço de Inteligência e Segurança Económica e Financeira (SISEF) e Serviço de Inteligência e Segurança Jurídica (SISJ) Outubro 22, 2025 Segurança Nacional Serviços internos e externos de inteligência e segurança do Estado (SINSE, SISM, SISP, SISEF e SISJ) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Centro Nacional de Avaliação Neuropsicológica (CNANP) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional Laboratório de Bromologia e Investigação Forense (LABIF) Outubro 20, 2025 Segurança Nacional KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade