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Sabotagem

Independentemente do seu móbil (que pode ser político, económico ou de outra índole qualquer), toda e qualquer acção ou acto  doloso protagonizado com o intuito de prejudicar o país, descredibilizar o Presidente da República, inviabilizar políticas e estratégias públicas essenciais, frustrar a acção governativa, subverter a missão ou minar o normal funcionamento das instituições, minar a prontidão e o desempenho operacional dos órgãos de defesa, segurança e ordem interna, agravar artificialmente as condições de vida dos cidadãos, com o fito de induzir o imergir de convulsões sociais atinentes à queda do regime, etc, configura um acto de sabotagem de cariz subversivo.

Por exemplo, não precisamos ser experts em inteligência e/ou segurança de Estado, para perceber que a onda especulativa que abalou a sociedade no dayafter à entrada em vigor do IVA, e muitos outros eventos que vêm ocorrendo no país, configuram actos de sabotagem de génese subversiva…

De facto, olhando para a forma inusitada, abrupta, generalizada, continuada e aparentemente coordenada como ocorreu a subida dos preços dos principais produtos alimentares no país (inclusive de produtos alimentares que eram supostos estarem isentos de IVA e/ou sujeitos ao regime de preços vigiados) e para muitos outros eventos ocorridos recentemente no país, fica difícil não corroborar com as teorias da conspiração que há muito se vêm ouvindo na sociedade.

Os actos de sabotagem que vemos ocorrendo no nosso país, é um fenómeno que se tornou previsível em razão das medidas anticorrupção que o Presidente João Lourenço se propôs levar a cabo.

Há pessoas neste país (muitas delas colocadas em posição de destaque ao nível do Executivo ou aparelho do Estado, inclusive em órgãos de defesa e segurança) que se sentem moralmente obrigados a mostrarem a sua gratidão e lealdade a algumas figuras ressabiadas com o Presidente João Lourenço, por terem sido pelas mãos destes que chegaram até onde chegaram ao nível da estrutura do Estado ou funcionalismo público.

Sendo erroneamente vista por alguns círculos da nossa população como a única forma de se lograr o enfraquecimento do governo do Presidente João Lourenço, e/ou do partido de que é presidente, o MPLA, acções deliberadas de sabotagem contra serviços e infraestruturas eléctricas, ferroviárias, de saneamento básico, meios de transporte públicos de passageiros e a outros serviços essenciais e/ou vitais continuarão a ocorrer no nosso país com o fito de desprover as populações destas infraestruturas, meios e serviços, com vista a se acentuar a degradação das condições de vida dos cidadãos, lograr o desgaste da imagem do Presidente João Lourenço (o Presidente João Lourenço não tem, diga-se de passagem, sabido gerir com sapiência esta problemática), exasperar os angolanos e instilar o sentimento de revolta no âmago dos mesmos.

Como afirma Manuel Cambeses Jr. no seu texto literário intitulado “Comunicação e Acção Psicológica na Guerra”, estamos a citar, a “subversão(grifo nosso) pode valer-se de acções psicológicas, de permanente mobilização da população, no intuito de lograr a obtenção da adesão de todas as camadas sociais da nação, a fim de conseguir fidelidade aos seus propósitos e obter a imprescindível unidade de acção, no lançamento de todas as etapas da luta”.

Em outras palavras, “os fins justificam os meios”, diriam uns.

Sim, alguns fins podem justificar os meios, mas convinha que a sociedade não perdesse de vista uma verdade axiomática: havendo a inviabilização ou paralisação de serviços essenciais e/ou vitais, é você, cidadão comum, quem paga.

Para terminar…

Enquanto não se adoptarem medidas mais argutas de prevenção, detecção e combate proactivo e contínuo aos actos de sabotagem, mormente da sabotagem económica (a especulação que vimos assistindo ao nível dos preços dos principais bens e serviços é um deles), subversão cambial, sabotagem “institucional” (negligência dolosa no exercício da missão e atribuições acometidas aos órgãos de inspecção, fiscalização, judiciais e securitários), etc, o consulado de S. Excia o Presidente João Lourenço vai ser desastroso!…

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